Ano: 2012

Integrarte: Digital Art Using Body Interaction – Expressive 2012

Tipo: Artigo
Ano: 2012

Artigo publicado nos anais da conferência Computational Aesthetics, apresentado em Annecy, França em 2012. (somente inglês)

Este artigo enfatiza a participação do corpo como um todo no processo interativo na arte. Abordamos o pós-modernismo e a condição pós-midiática, considerando o processo de remediação entre as mídias analógicas e digitais para repensar as possibilidades da arte interativa através dos novos meios tecnológicos. Focamos no corpo como uma mídia viva para introduzir o projeto INTEGRARTE, uma instalação sobre a experiência corporal através de visualizações e sonorizações do movimento.

Palavras chave:

As cores dos destinos turísticos brasileiros: método para a produção de uma visualização – CIDI 2011

Tipo: Artigo
Ano: 2011

Este artigo aborda a produção de uma visualização sobre dados do turismo brasileiro. A visualização de dados atua na interseção entre arte, design e ciência da computação, tendo como principal objetivo revelar a estrutura por trás de grandes conjuntos de dados. A relevância econômica do setor de turismo e a multiplicidade de regiões turísticas em solo brasileiro demandam o desenvolvimento de métodos que evidenciem as diferentes nuances entre esses destinos. Com esse objetivo, iniciamos a produção de uma visualização das cores dos destinos turísticos brasileiros empregando um algoritmo que, a partir da seleção de fotos de cada um dos 65 principais destinos turísticos brasileiros, gera uma paleta com suas cores predominantes. Dessa forma, esperamos representar de forma imagética a diversidade brasileira em seus variados climas e manifestações culturais, possibilitando uma nova compreensão, sob a óptica da cultura visual, da enorme variedade regional que existe neste país de dimensões continentais.

Autores:

Luiza Bielinski, Doris Kosminsky, Claudio Esperança

Palavras chave: , ,

O olhar inocente é cego. A construção da cultura visual moderna

Tipo: Tese
Ano: 2008

KOSMINSKY, Doris; Cipiniuk, Alberto; Villas Boas, Glaucia. O olhar inocente é cego. A construção da cultura visual moderna. Rio de Janeiro, 2008. 307p. Tese de Doutorado – Departamento de Artes, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

O momento atual traz em seu bojo uma enorme carga de excessos tecnológicos e estímulos sensoriais em uma construção simbiônica, algumas vezes percebida como ápice do projeto moderno, outras, compreendida como uma etapa posterior a este empreendimento – o pós-moderno. As novas tecnologias e suas mediações são seguidamente apontadas como agentes decisivos nas transformações do modo de olhar. Consideramos que apesar das tecnologias atuarem como agente catalisador de determinadas conseqüências, elas não chegam a caracterizar condição suficiente de possibilidade para que estas transformações possam se realizar em qualquer sociedade ou período. A nossa pesquisa sugere que o olhar moderno foi construído sobre um tripé formado pelas tecnologias modeladoras das relações tempo-espaço, pelas convenções que contribuíram para a sua compreensão e naturalização e por uma pedagogia que inculcou a abertura para o novo, de modo a garantir a perpetuação do modo de olhar resultante.

Este trabalho volta-se para o passado, buscando localizar continuidades e contradições da cultura visual contemporânea, considerando uma construção em camadas, isto é, os modos de olhar anteriores não são simplesmente superados, mas absorvidos nos modos subseqüentes. Neste contexto, examinamos dois momentos ou modos de olhar. O olhar ciclópico ou clássico, constituído ao longo da Renascença, fundamentado com a convenção da perspectiva e divulgado pela invenção da gravura e, o segundo modo, o olhar panorâmico, construído a partir da segunda metade do século XIX, arquitetado sobre as transformações urbanas, a profusão de objetos e imagens e a compressão tempo-espaço produzida pelas novas tecnologias de transporte e comunicação. Este novo olhar, ao mesmo tempo em que criou novas possibilidades perceptivas, também necessitou de processos de fixação e padronização, o que foi realizado através do desenvolvimento de uma pedagogia voltada para as instituições industriais e para o conceito de progresso. Neste processo, as Exposições Universais, realizadas a partir de 1851, tiveram atuação importante por tratar-se de um fenômeno basicamente visual e voltado para um público amplo. Sob este aspecto, as Exposições Universais sintetizam a experiência obtida posteriormente com outras tecnologias que se voltaram para a massa e, também, com o que foi conceituado como espetáculo.Palavras-chave

Autores:

KOSMINSKY, Doris; Cipiniuk, Alberto; Villas Boas, Glaucia

Estrelas da tecnologia: paradigmas tecnológicos da industrialização e sua influência na produção de conhecimento no campo do design. – 2006

Tipo: Artigo
Ano: 2006

Kosminsky, Doris. Estrelas da tecnologia: paradigmas tecnológicos da industrialização e sua influência na produção de conhecimento no campo do design.

O presente trabalho se propõe a contribuir para a definição de uma epistemologia do design, a partir da compreensão do papel exercido pelas tecnologias e sua influência nas relações que envolvem o campo do design. Delimitando-se três períodos de industrialização, considerou-se uma tecnologia marcante de cada momento, respectivamente o ferro, a eletricidade e o microchip. A utilização destas tecnologias foi analisada, considerando-se sua influência no campo do design e a articulação social estabelecida.

Autores:

Kosminsky, Doris

Palavras chave: , ,

Ano da publicação